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domingo, 4 de setembro de 2011

O amor, o ódio... e a base do copo!


Hoje alguém que por mero acaso conheci, mas que ficou gravada na minha personalidade e de quem fiquei a gostar muito escreveu "O ódio cultiva-se, o amor acontece..." estas palavras fizeram-me reflectir e pensar se realmente é isto que acontece.

Provavelmente até é. Contudo, a reflexão leva-me a dizer que o amor não acontece simplesmente, é construído, é mantido, é fruto de um trabalho árduo, fruto do sonho. De certa forma são estas acções que fazem com que o amor aconteça. O ódio, esse não precisa de trabalho, de cultivo, de sonho, nem de manutenção, aparece com o desleixo.

Por vezes quando reflicto sobre alguns assuntos sinto necessidade de efectuar paralelismos. Na reflexão de hoje lembrei-me de uma base para copos. Estas podem ser de várias formas, mas pensei numa que de um lado é alegre com uma imagem, um padrão, algo que a identifique como a parte onde se coloca o copo, a que fica virada para cima e uma outra parte vazia de qualquer detalhe, triste, apenas a parte que fica escondida. Se não tivermos a preocupação de utilizar a base sempre com a metade alegre virada para cima perdemos o interesse, sempre que levantamos o copo, de admirar os detalhes que a compõem. Com o amor também é assim, se não nos preocuparmos em tê-lo sempre virado para cima perdemos o interesse em admirá-lo, em dar-lhe importância, em perceber os seus detalhes.

O amor acontece, se nos preocuparmos com ele, se nos ocuparmos dele.
O ódio sem dúvida que se cultiva, com o mau trato que se faz ao amor. Com a constante utilização da base do copo na metade errada.

Cultive-se o amor para que ele aconteça!!